Retorno da Divina Sophia

Mulheres com baixa autoestima muitas vezes têm dificuldade em manter relacionamentos saudáveis. A baixa autoestima pode levar à autodepreciação, escolher um estilo de vida prejudicial. Depressão e falta de confiança em si mesmas também são características muito comuns hoje em dia. Muitas carecem de autorrespeito, o que pode se manifestar em negligência até em sua aparência.

Neste artigo, eu quero falar com você sobre a Divina Sophia. Termo que pegamos emprestado do livro de Tricia McCannon, sobre o chamado da “deusa” onde a personagem se descobre pelos antigos ensinamentos do Sagrado Feminino e consegue restabelecer um momento no tempo, de harmonia e equilíbrio.

>>> Veja também: A deusa está viva e bem!

Compartilhando essa história de sua jornada ao coração da de um processo rico em simbologia, muitos arquétipos femininos, podemos trazer para o momento presente a reflexão sobre quem podem se tornar nossos aliados para a autotransformação.

Na verdade, já estamos promovendo e disseminando essas sementes através de maratonas de autocuidado, com muito zelo e pesquisa aprofundada, onde podemos, através de várias técnicas de autoconhecimento, despertar o poder criativo dentro de cada um de nós.

Assim, equipados com esses ensinamentos, você ganha a maestria para superar o desequilíbrio masculino-feminino profundamente enraizado do patriarcado e embarcar no futuro de forma mais empoderada.

Quais são as características comuns das mulheres com baixa autoestima?

Tendências suicidas não são incomuns em mulheres com baixa autoestima. Pensamentos de suicídio ou envolvimento em situações precárias são características comuns em mulheres com problemas de autoestima.

Uma pessoa que não tem grande consideração por si mesma pode usar de mecanismos autodestrutivos para compensar essas lacunas. Por exemplo, na tentativa de perder peso, pode-se se tornar viciada em pílulas dietéticas ou desenvolver anorexia ou bulimia. A maioria das mulheres que sofrem de distúrbios alimentares têm baixa autoestima.

>>> Veja também: Recuperando o Divino Feminino pela Terapia

Além disso, características de mulheres com baixa autoestima também podem ser reconhecidas no ambiente de trabalho. Ou, a baixa autoestima pode não só afetar situações profissionais, mas também causar problemas nas relações interpessoais.

>>> Veja também: Saúde mental da mulher

Como começar a transformar mulheres com baixa autoestima em sabedoria

Sophia em grego significa Sabedoria.

Para iniciar uma jornada de empoderamento e se sentirem cada vez mais participantes ativas dos processos emocionais e psicológicos, existem muitos caminhos.

Quando se está com a falta de autoestima, muitos efeitos são percebidos como:

Sentimentos negativos – a autocrítica constante pode levar a sentimentos persistentes de tristeza, depressão, ansiedade, raiva, vergonha ou culpa.

Problemas de relacionamento – por exemplo, tolera-se todo tipo de comportamento irracional, do tipo assédio e abuso, porque acredita que não merecem ser amadas, por culpa.

Medo de tentar – a pessoa pode duvidar de suas habilidades ou valor e evitar desafios.

Perfeccionismo – uma pessoa pode se esforçar e se tornar uma super realizadora, mas sempre vê sua “inferioridade” nos erros.

Medo de julgamento –pode evitar atividades que envolvam outras pessoas, como eventos sociais, porque têm medo de ser julgada negativamente.

Baixa resiliência – uma pessoa com baixa autoestima acha difícil lidar com um evento desafiador porque já acredita que está ‘sem esperança’.

>>> Veja também: As mulheres e a autoestima

Falta de autocuidado – a pessoa pode se importar tão pouco que negligencia ou abusa de si mesma, por exemplo, faz uso de substâncias tóxicas.

Comportamentos de automutilação – a baixa autoestima coloca a pessoa em maior risco de automutilação, por exemplo, transtorno alimentar, abuso de drogas ou suicídio.

Despertando a Sophia Interior

A autoestima está fortemente relacionada à forma como você vê e reage às coisas que acontecem em sua vida.

Vamos dar dicas de como transformar sua Sophia Interior em algo transformador e concreto:

Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse sua melhor amiga. Seja solidária, gentil e compreensiva. Não seja dura consigo mesma quando cometer um erro.

Desafie a “conversa interna” negativa – toda vez que você se criticar, pare e procure evidências objetivas de que a crítica é verdadeira.  Você perceberá que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada.

Não se compare com os outros – reconheça que todos são diferentes e que cada vida humana tem valor por direito próprio. Faça um esforço para aceitar a si mesma, com rugas e tudo.

Reconheça o positivo – por exemplo, não ignore elogios, descarte suas conquistas como ‘sorte idiota’ ou ignore seus traços positivos.

Aprecie suas qualidades especiais – lembre-se de seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência.

Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções.

>>> Veja também: Empoderamento Feminino: uma abordagem psicológica

Pare de se preocupar – ‘preocupação’ é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que você não pode ver ou mudar o futuro e tente manter seus pensamentos no aqui e agora.

Divirta -se – agende eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas.

Exercícios – é um impulso tão bom para o cérebro, quanto para o físico. As metas precisam ser passo a passo, como começar com uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia, matricular-se em uma aula de ginástica local ou nadar. Pratique meditação.

Seja assertiva – comunique suas necessidades, desejos, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta.

Pratique as sugestões acima todos os dias!

É preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúteis por versões mais saudáveis.

Dê a si mesma tempo para estabelecer os novos hábitos.

E sim, também busque apoio psicoemocional para aumentar a autoestima e fazer revelar essa Sophia Interior de dentro de você.

Lembre-se: autoestima é uma opinião sobre si mesma.

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