As Constelações Temáticas na perspectiva sistêmica

Código de valores e padrões de crenças, sejam elas mentais ou genéticas são características que são herdadas no longo processo da construção da personalidade, de geração em geração. Por mais que o ambiente externo, os meios pelos quais o indivíduo exerce influência e por eles também sofre, seja o causador, muitas pessoas acabam se moldando aos comportamentos arquetípicos dos registros deixados em sua memória inconsciente.

Estes registros podem ser herdados ou acessados por capacidades sutis que permitem desencadear determinadas formas de ações. O conhecimento dos registros de campos mórficos, akáshicos e genéticos possibilitam ordenar o nosso campo de ação para tornamo-nos responsáveis pelas nossas escolhas.

O nosso ser é maior do que o padrão

A soma de todas as partes de nosso ser, quando observadas numa perspectiva mais integrativa, passa a transformar-se num ponto positivo para a mudança comportamental, emocional, mental e relacional. A representação das egrégoras (linkar com art. de egrégora) indicam de que modo que as constelações ajudam a reconhecer essas múltiplas influências.

Se atentarmos para os diversos campos de atuação de nossa esfera pessoal, podemos perceber cuidadosamente onde as coisas se encaixam ou em que medida elas ainda necessitam de cuidado. A geração de bloqueios e conflitos não são ocasionados unicamente pelas condições externas ou do acaso. Tais questões fazem parte de um amplo sistema de interligações que se relacionam de forma complexa e energética.

Como funciona?

A psicoterapia voltada para as constelações temáticas minimizam incrivelmente a projeção indevida de conflitos geracionais/multifacetados que são construídos (ou mal tecidos) durante toda nossa experiência passada. A revogação dos problemas que ocasionam atrasos, traumas, indicativos morfogenéticos que não foram dissolvidos, registros que impossibilitam o desenvolvimento pleno do ser e do sucesso, é a chave para um novo recomeço.

As situações de trabalho, da família, dos estudos, de toda uma lógica voltada para a competitividade e acirramento das condições materiais de subsistência da vida, transformam as pessoas em representações conflitantes com suas naturezas próprias. Em parte disso, casos como de familiares que apostam tudo nas crenças sociais de sucesso ou desejo de aquisição, status, etc, muitas vezes são reconhecidos problemas de fundo, que geram grandes frustrações.

A psicoterapia de Bert Hellinger revolucionou o campo das análises sistêmicas e de busca de resoluções com enfoque terapêutico nas constelações familiares de forma satisfatória. Por esse caminho, logo se percebeu que poderia-se avançar nos estudos e tratamentos das constelações gerando mais resultados, com outros tipos de sistemas, como as constelações individuais, organizacionais, integrativas, de estruturas etc.

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No caso das constelações temáticas, o foco na terapia lida com um agregado maior de pessoas que são orientadas pelos mesmos sinais, cujas formas de resolução e problemas caracterizam elementos em comum. A prática experimentada nesses trabalhos ajudou a dissolver as energias estagnadas reequilibrando a harmonia.

O sucesso da terapia das constelações temáticas demonstra como podemos alavancar a nossa capacidade de alterar nosso padrão de ação mediante níveis de consciência mais abrangentes.

A Constelação Sistêmica veio para reordenar o caos. A aplicação metodológica desses princípios que norteiam a Medicina Integrativa Comportamental, redirecionam os processos de tratamento para níveis maiores em relação à psicoterapia convencional.

A experiência do Instituto Bazzi com as Constelações Temáticas está gerando resultados impressionantes e ampliando o retorno do enfoque terapêutico para cada vez mais pessoas.

Acompanhe aqui as próximas datas dos encontros das constelações temáticas e demais cursos e atividades do Instituto Bazzi. 

Neurocientista, pesquisador e estudioso do Comportamento Humano.
Especialista em Medicina Comportamental pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)